quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Médica Cubana está "asilada" no Gabinete do Deputado Ronaldo Caiado - O Escândalo do Programa Mais Médicos







Uma cubana que se apresentou como profissional participante do programa Mais Médicos abandonou o projeto, refugiou-se ontem dentro da Câmara dos Deputados e promete pedir asilo ao governo brasileiro.
Ramona Matos Rodríguez, de 51 anos, disse ter deixado no sábado passado a cidade paraense de Pacajá, onde outros seis estrangeiros atenderiam pelo Mais Médicos, e viajou para Brasília. A médica declarou ter decidido abandonar o programa ao descobrir que o salário pago aos profissionais de outras nacionalidades era de R$ 10 mil, valor que não teria sido informado pelas autoridades cubanas.
Ontem, segundo relato de Ramona, ela decidiu contatar a liderança do Democratas na Câmara depois de falar por telefone com uma amiga em Pacajá. Esta pessoa lhe teria dito que agentes da Polícia Federal estiveram na cidade em busca de Ramona e que o telefone da cubana estava grampeado.
O deputado Ronaldo Caiado (DEM-GO), que chegou a levar a médica cubana ao plenário da Casa para denunciar o que chamou de "uso de trabalho escravo" pelo programa, disse que Ramona vai ficar instalada no gabinete da liderança do partido enquanto o governo não deliberar sobre o pedido de asilo. Ele também colocou o espaço da liderança "à disposição" de outros médicos cubanos que queiram se asilar.
Caiado entrou no plenário surpreendendo a todos com a história e deputados do PT chegaram a acionar o Ministério da Saúde para pedir mais informações. O próprio Ministério da Saúde foi pego de surpresa e enviou assessores ao Legislativo. Mas, até as 23h de ontem, a pasta não havia se manifestado.
Natural de Havana, Ramona Matos Rodríguez disse exercer a Medicina há 27 anos, ter especialização em medicina geral integral e já ter participado de uma missão de médicos cubanos na Bolívia. Ela levou à Câmara na noite de ontem uma cópia do contrato para a sua atuação no Brasil. No documento, firmado entre Ramona e "La sociedad mercantil cubana Comercializadora de Servicios Médicos Cubanos" e com duração de três anos, a médica aceitou ganhar o equivalente a US$ 400 mensais, depositados no Brasil; outros US$ 600 seriam retidos em uma conta em Cuba. A médica cubana também alegou que recebia mais R$ 750 da prefeitura de Pacajá como auxílio alimentação e que a hospedagem era mantida pela administração municipal.
Curso. Ramona relatou ter chegado ao Brasil em outubro e ter participado, em Brasília, de um curso de capacitação do programa em suas primeiras semanas no País. Conheceu profissionais do Mais Médicos originários de locais como Argentina e Colômbia, momento em que tomou conhecimento do salário de R$ 10 mil pago pelo programa.
"Em Cuba não se falou nada sobre isso. Me senti muito mal", relatou a médica em coletiva de imprensa na sala do DEM. Ela conta ter uma filha em Cuba e afirma temer possíveis represálias do regime castrista. 


Abaixo a cópia do contrato de trabalho da médica cubana em detalhes, e cheio de irregularidades, e falta de esclarecimento em como e com quem é firmado tal contrato:






Do Blog do Reinaldo Azevedo, na Veja


Que título forte, não é, colegas? Será que exagero? Acho que não. O caso é complicado mesmo. Vou lhes contar uma história que envolve trabalho escravo, tirania política e, não sei não, podemos estar diante de um caso monumental de tráfico de divisas, lavagem de dinheiro e financiamento irregular de campanha eleitoral no Brasil. Vamos com calma.
O busílis é o seguinte. Ramona Matos Rodríguez, de 51 anos, é uma médica cubana, que está em Banânia por causa do tal programa “Mais Médicos” — aquele que levou Alexandre Padilha a mandar a ética às favas ao transmitir o cargo a Arthur Chioro. Ela atuava em Pacajá, no Pará. Como sabemos, cada médico estrangeiro custa ao Brasil R$ 10 mil. Ocorre que, no caso dos cubanos, esse dinheiro é repassado a uma entidade, que o transfere para o governo ditatorial da ilha, e os tiranos passam aos doutores apenas uma parcela do valor — cerca de 30%. Os outros 70%, na melhor das hipóteses, ficam com a ditadura. Na pior, nós já vamos ver.
Pois bem. No caso de Ramona, ela disse receber o correspondente a apenas US$ 400 (mais ou menos R$ 968). Outros US$ 600 (R$ 1.452) seriam depositados em Cuba e só poderiam ser sacados no seu retorno ao país. O restante — R$ 7.580 — engordam o caixa dos tiranos (e pode não ser só isso…). Devem atuar hoje no Brasil 4 mil cubanos. Mantida essa proporção, a ilha lucra por mês, depois de pagar os médicos, R$ 30,320 milhões — ou R$ 363,840 milhões por ano. Como o governo Dilma pretende ter 6 mil cubanos no país, essa conta salta para R$ 545,760 milhões por ano — ou US$ 225,520 milhões. Convenham: não é qualquer país que amealha tudo isso traficando gente. É preciso ser comuna! Mas vamos ao caso.
Ramona fugiu, resolveu desertar. Não consegue viver no Brasil com os US$ 400. Sente-se ludibriada. Ocorre que os cubanos que estão por aqui, o que é um escárnio, obedecem às leis de Cuba. Eles assinam um contrato de trabalho em que se obrigam a não pedir asilo ao país — o que viola leis nacionais e internacionais. Caso queiram deixar o programa, não podem atuar como médicos no Brasil — já que estão proibidos de fazer o Revalida e só podem atuar no Mais Médicos — e são obrigados a cair nos braços dos irmãos Castro. A deportação — é esse o nome — é automática.
Pois bem. Ramona quis cair fora do programa. Imediatamente, segundo ela, passou a ser procurada pela Polícia Federal do Brasil. Acabou conseguindo contato com o deputado federal Ronaldo Caiado (DEM-GO), que é médico, e está agora refugiada em seu gabinete — na verdade, no gabinete da Liderança do DEM. Ali, ela está a salvo da ação da Polícia Federal. Não poderão fazer com ela o que fizeram com os pugilistas cubanos quando Tarso Genro era ministro. Eles foram metidos num avião cedido por Hugo Chávez e devolvidos a Cuba.
Vejam que coisa… Ramona sabia, sim, que receberia apenas US$ 1 mil pelo serviço — só US$ 400 aqui. Até achou bom, coitada! Afinal, naquele paraíso de onde ela veio, cantado em prosa e verso pelo petismo, um médico recebe US$ 25 por mês. A economia, como se sabe, se movimenta no mercado negro. Ocorre que a médica, que é clínica geral, disse não saber que o custo de vida no Brasil era tão alto.
A contratante
O dado que mais chama a atenção nessa história toda, no entanto, é outro. Até esta terça-feira, todos achávamos que os médicos cubanos eram contratados pela Opas (Organização Pan-Americana de Saúde), que é um órgão ligado à OMS (Organização Mundial de Saúde), da ONU. Sim, a Opas é uma das subordinadas ideológicas do regime dos Castro. Está lotada de comunistas, da portaria à diretoria. De todo modo, é obrigada a prestar contas a uma divisão das Nações Unidas. Ocorre que o contrato da médica que desertou é celebrado com uma tal “Sociedade Mercantil Cubana Comercializadora de Serviços Cubanos”.
Que estrovenga é essa, de que nunca ninguém ouviu falar? Olhem aqui: como Cuba é uma tirania, a entrada e a saída de dinheiro são atos de arbítrio; dependem da vontade do mandatário. Quem controla a não ser o ditador, com a colaboração de sua corriola? Assim, é muito fácil entrar no país um dinheiro como investimento do BNDES — em porto, por exemplo —, e uma parcela voltar ao Brasil na forma, deixem-me ver, de doação eleitoral irregular. E o mesmo vale para o Mais Médicos. Nesse caso, a tal Opas podia atrapalhar um pouco, não é? Mas eis que entra em cena essa tal “Sociedade Mercantil Cubana”, seja lá o que isso signifique.
A Polícia Federal não poderá entrar na Câmara para tirar Ramona de lá. O contrato com os cubanos — e, reitero, é ilegal — não prevê asilo político. A Mesa da Câmara também não pode fazer nada porque o espaço da liderança pertence ao partido.
Vamos ver no que vai dar. O primeiro fio que tem de ser puxado nessa meada é essa tal “Sociedade Mercantil”, que não havia aparecido na história até agora. Quantos médicos vieram por intermédio dela? O que isso significa em valores? Quem tem o controle sobre esse dinheiro?


Finalizando:

Deputado Ronaldo Caiado:
Eis aqui o local seguro para onde enviar a médica Cubana e solicitar asilo.
Pedir asilo no Brasil do PT só para terroristas como Cesare Battisti.
Ela será caçada, extraditada e presa em Cuba, se ficar por aqui.



Assista ao vídeo:



ATUALIZAÇÃO às 15:30hs:

Cubana que desistiu do Mais Médicos pede visto aos Estados Unidos. Click aqui.



Meus amigos, é nessa gente que vocês querem que o Brasil seja refém?
Já se vão 12 anos de PT é só tivemos o Brasil andando para trás, escândalos, corrupção, aparelhamento das instituições, Petrobrás quebrando, altos impostos em detrimento de péssimos serviços públicos, copa do mundo, as revelações de Romeu Tuma Jr., Mensalão, viagens, mordomias pagas pelo contribuinte, entre tantos outros motivos.
Não se engane, o Brasil nunca foi tão desigual, nunca foi tão totalitário, nunca esteve tão aquém de suas perspectivas.
Ajude a salvar o Brasil: NÃO VOTE NO PT !!!

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Eugenia e Aborto



Nota: A foto em questão trata-se de uma das mais emblemáticas da história da Medicina, mostrando um ato cirúrgico intra uterino, para salvar uma vida em desenvolvimento. A foto é, por sinal, belíssima. Só reforça nossa postura pró vida e de se preservar os direitos que qualquer ser humano tem para nascer. E evidentemente o repúdio ao aborto e a eugenia.


Primeiramente, a palavra aborto provém do latim ab-ortus, ou seja, “privação do nascimento” . Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), abortamento é “a morte do embrião ou feto antes que seu peso ultrapasse 500g, atingido antes das primeiras 22 semanas de gravidez”. Por tratar-se de tema polêmico, houve a necessidade de aperfeiçoarem-se os conceitos, utilizando termos menos pejorativos e menos agressivos. O aborto, neste caso, seria a interrupção da gravidez, espontânea ou provocada, de um embrião ou de um feto antes do final de seu desenvolvimento normal, com a conseqüente destruição do produto da concepção.
As mais remotas notícias sobre métodos abortivos datam do século XXVIII a.C, na China, de acordo com Célia Tejo. No antigo Império Romano, lembra José Maria Marlet, por considerarem ser o feto parte do corpo da mulher e de suas vísceras, o ato em questão não era considerado crime.

O aborto eugênico, segundo Ricardo Henry Marques Dip, “é o aborto fundado em indicações eugenésicas, equivalente a dizer, em indicações referentes à qualidade da vida”. A eugenia ocorre quando há comprovação de que o feto nascerá com má-formação congênita.

Eugenia é um termo criado em 1883 por Francis Galton (1822-1911), significando "bem nascido". Galton definiu eugenia como o estudo dos agentes sob o controle social que podem melhorar ou empobrecer as qualidades raciais das futuras gerações seja física ou mentalmente.
Francis Galton foi o primeiro a discorrer sobre a eugenia, correlacionando-a a necessidade de haver uma seleção forçosa da raça, pois, segundo ele a seleção natural já não se realizava entre os homens porque os governos e as instituições de caridade passaram a proteger os fracos, os doentes, os incapazes, o que levou e ainda leva a decadência da raça humana e ao surgimento de toda a espécie de doenças que contaminaram a sociedade. Para interromper esse declínio, deveria impedir-se a propagação dos degenerados, dos débeis mentais, dos alcoólatras, dos criminosos, em resumo, de todas as pessoas indesejadas na sociedade.

"Se eles são suficientemente completos para viver, eles vivem, e é bom que vivam. Se não são suficientemente completos para viver, eles morrem, e é melhor que morram.
É claro que à medida que a severidade desse processo foi mitigada pela simpatia espontâneo dos homens uns pelos outros, e é adequado que ela fosse mitigada."

Herbert Spencer

Uma postura pró vida:

"Minha posição pró-vida foi fortalecida pela minha própria experiência como obstetra. Creio sem qualquer sombra de dúvida que um feto é uma vida humana merecedora de proteção legal, e que o direito à vida é a base de qualquer sociedade moral. A questão do aborto forjou minha crença de que a lei e a moralidade devem se cruzar para proteger os mais vulneráveis entre nós. E se há alguma função para o estado, esta deveria ser a proteção dos direitos naturais dos indivíduos.

Ao invés de ser uma emancipadora manifestação da liberdade de escolha pessoal contra a intrusão governamental, o "direito" ao aborto é em si uma medida estatista totalmente consistente com a ideologia esquerdista que pretende ditar como a sociedade e o governo devem funcionar. Essa postura em nada ajuda a promover a causa da liberdade. Ao contrário, ela faz com que os princípios da liberdade e da responsabilidade pessoal fiquem anos-luz atrasados. A postura pró-vida é muito mais consistente com o ideal libertário do que a postura alternativa acima delineada.

Dado que muito material já foi escrito debatendo quando a vida de fato começa, seria tolice gastar tempo sobre o assunto neste espaço. Direi apenas que aqueles que argumentam que um feto em desenvolvimento não é de maneira alguma um ser humano têm muita evidência científica contra eles. Já está bem documentado que há um coração batendo após 18 dias de fertilização e que a formação de ondas cerebrais já ocorre após um mês e meio (tenha em mente também que a maioria dos abortos ocorre bem depois desses desenvolvimentos).

Longe de ser apenas uma "bolha de carne" ou um acessório sem vida dentro de uma mulher, os defensores do aborto cada vez mais estão sendo confrontados com a inerente humanidade do feto em desenvolvimento. Tentar determinar um tempo preciso para o início da vida ignora várias evidências científicas que mostram justamente que todos os ingredientes necessários para isso já são apresentados logo no início da gravidez. A idéia comumente aceita para se decretar o status de vida é aquela que compara o feto a um humano completamente desenvolvido (ou, utilizando o argumento mais extremo dos abortistas, que a vida começa realmente apenas quando o bebê já saiu completamente do corpo da mãe durante o parto). Isso é uma irresponsabilidade. Longe de ser apenas uma bolha de carne, ou uma simples forma de vida análoga a uma bactéria ou a uma fruta em crescimento, uma abordagem moral e filosófica mais responsável seria ver aquilo que está dentro do útero como sendo aquilo que realmente é: um ser humano em desenvolvimento.
(...)
Aqui se ignora o fato de que dentro da mãe jaz uma entidade que é completamente distinta dela. (O argumento de que o aborto é legítimo pois a criança depende da mãe para sua sobrevivência não precisa ser limitado ao útero; ele pode facilmente ser estendido a crianças recém-nascidas e até mesmo a incapacitados e idosos). Portanto, está havendo uma troca de liberdades e direitos. A mãe está ganhando direitos e privilégios especiais ao mesmo tempo em que a criança está perdendo seus direitos. Um lado está ganhando à custa do outro. Esse arranjo em nada difere das várias outras invenções esquerdistas e estatistas que prejudicam alguns para o benefício de outros.
(...)
Ao dar às mães o direito aprovado pelo estado de terminar uma gravidez está-se ignorando os direitos e interesses das outras partes envolvidas na questão. Primeiro, essa medida anula completamente o poder de decisão do homem na questão (ainda que reconhecidamente a maioria dos homens que engravidam essas mulheres nada mais são do que "doadores de esperma", por assim dizer, mas esse nem sempre é o caso). Segundo, há uma anulação completa da vida da criança em gestação, em meio a evidências cada vez mais conclusivas de que aquilo que está no útero é de fato uma vida. Mas como esse bebê foi concebido em um momento inoportuno, azar o dele. Ele simplesmente não tem direitos.
Já é hora de os defensores da liberdade e da responsabilidade pessoal colocarem mais pressão sobre as pessoas promíscuas e sexualmente irresponsáveis para que elas tomem medidas adequadas para evitar a gravidez. É moral e intelectualmente injusto fazer com que uma criança indesejada carregue o fardo pelas ações irresponsáveis de terceiros. Trata-se de uma liberdade seletiva, que utiliza agressão contra crianças indefesas.
Isso nos leva à consideração final: o aborto viola o princípio da não-agressão. A mãe (ou os pais), normalmente como resultado da própria irresponsabilidade, toma (tomam) a decisão unilateral de acabar com uma vida. A criança obviamente não tem voz nessa questão. Os pais abortistas e o estado tomam a decisão pela criança, e prematuramente terminam sua vida."

Ron Paul é médico e congressista republicano do Texas.

Stenio Guilherme Vernasque.
CREMESP 86896

Referências:

1- Herbert Spencer, Social Statics: or The Conditions essential to Happiness Specified and the First of them Developed, John Chapman, London, 1851, Part III, Chapter XXVIII, 4

2- Galton, Francis. Inquiries into human faculty and its development. New York: AMS Press, 1973.

3- Âmbito Jurídico

4- Instituto Mises Brasil

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

O Tratamento biomecânico da Coluna Vertebral


Capítulo 1 - A Avaliação Inicial

Capítulo 2 - O Tratamento da Crise Aguda

Capítulo 3 - A Reeducação Postural Global

Capítulo 4 - O Pilates, A Natação, A Hidroginástica, Mudanças dos Hábitos de Vida (em construção)

Capítulo 5- Um Relato de caso e Considerações Finais (em construção)

terça-feira, 19 de novembro de 2013

Dica de Filme - Blood Money - Aborto Legalizado


A Europa Filmes e a Estação Luz Filmes lançam a partir de São Paulo, em dia 5 de novembro, com uma série de avant premières, o documentário “Blood Money – Aborto Legalizado”, uma produção norte-americana independente, assinada pelo diretor David Kyle. Após o lançamento em São Paulo, têm início roadshows de pré-estreias, incluindo o Rio de Janeiro (6), Goiânia (7), Brasília (8), Belém (9), Curitiba (11), Salvador (12), Recife (13) e Fortaleza (14). Nestas cidades, Kyle falará de sua primeira incursão no cinema com esse documentário polêmico, que está se tornando um cult pelo realismo e crueza com que trata o tema e pelas denúncias que faz. O filme de 75’ entra em cartaz nos cinemas a partir de 15 de novembro. 

Segundo Luís Eduardo Girão, diretor da Estação Luz Filmes, que adquiriu os direitos de distribuição no Brasil, o filme “Blood Money – Aborto Legalizado”, pretende atrair o público brasileiro, pois disseca o tema, revelando a experiência prática em um país onde o aborto é legalizado há 40 anos. ”Apesar de mais de 70% da população brasileira serem contra a legalização do aborto, de acordo com os principais institutos de pesquisa do país, o tema gera polêmica, causa grande interesse e esclarece o assunto sob vários aspectos. Por isso esperamos que provoque repercussão, levando ao amadurecimento deste necessário debate no Brasil, onde ainda teimamos em tratar o aborto com hipocrisia”, diz Girão. 

O documentário de Kyle trata do funcionamento legal desta indústria nos Estados Unidos, mostrando “de que forma as estruturas médicas disputam e tratam sua clientela, os métodos aplicados pelas clínicas para realização do aborto e o destino do lixo hospitalar, entre outros temas, de forma muito realista”, conta Girão. 

O filme também faz denúncias como a prática da eugenia e do controle da natalidade por meio do aborto e trata aspectos científicos e psicológicos relacionados ao tema, como o momento exato em que o feto é considerado um ser humano e se há ou não sequelas para a mulher submetida a este procedimento.
“Blood Money – Aborto Legalizado” traz, ainda, depoimentos de médicos e outros profissionais da área, de pacientes, cientistas e da ativista de movimentos negros dos EUA, Alveda C. King, sobrinha do pacifista Martin Luther King, que também apresenta o documentário. Dra. Alveda é envolvida em discussões sobre o mecanismo de controle racial nos EUA – o maior número de abortos é realizado nas comunidades negras. 

Segundo o diretor da Estação Luz Filmes, o amplo esclarecimento que o documentário oferece foi o que motivou sua produtora a assinar contrato com Kyle para adquirir os direitos de distribuição no Brasil. “É a primeira vez que o cinema trata o assunto desta forma, tirando-o da invisibilidade em um momento em que a mídia brasileira começa a discutir o assunto com coragem e com a importância que merece. Acreditamos que vá atrair diversos segmentos sociais e pessoas sensíveis a essa questão, sejam elas contra ou a favor da legalização do aborto no Brasil”.

Assista o trailler:


Exibições e outras informações no site oficial, click AQUI

NOTA: Esse site deixa clara sua posição pró Vida, ou seja, contra o Aborto.

Médicos sem REVALIDA - ENTRE O ACORDO DE D'ÁVILA E A RENÚNCIA DE BLEY – OS CHEFES.




Meus caros e decepcionados colegas de profissão, hoje quero dirigir algumas palavras àqueles inúmeros esquecidos e grandes responsáveis pelo dia-a-dia do funcionamento desse dinossauro chamado Sistema Único de Saúde (SUS). Refiro-me aqui a essas pequenas ratazanas...seres não tão decentes o suficiente para serem chamados de “médicos”, nem tão corruptos o necessário para entrarem de vez na política. Eu aqui escrevo para essa legião de gestores, secretários da saúde e médicos-chefes em cargo de comissão.

Eu aponto nessas linhas todas as “gerências”, “núcleos”, “coordenações” e “assessorias” e invoco a presença daqueles espíritos medíocres, daquelas almas menores que, sempre chegando atrasadas ou saindo antes, habitam os hospitais, postos, ambulatórios e pronto-atendimentos desse país: vocês hoje hão de ser meu alvo!

Conhecemos todos o seu relativismo de valores, suas frases chavão e seus raciocínios hipócritas. Não há um só de vocês que não administre suas unidades com lemas como “isso sempre foi assim” ou “eu não sabia de nada”. Pressionados por algum colega a tomar decisões nas reuniões de serviço argumentam que o “importante é ficar bom para todo mundo”.. Pois bem, digo eu: vocês, seus desgraçados, são a verdadeira miséria da nossa profissão! Vocês são filiados ao PIP (Partido do Interesse Próprio) e não tem qualquer escrúpulo quando se colocam perante vocês os dilemas entre a honra de um colega e a “função gratificada” no seu contracheque.
São vocês, seus parasitas, que levaram – com seu egoísmo e indiferença – a medicina brasileira ao ponto que chegou. D'Avila não é causa mas sim consequência da passividade da nossa classe. Em cada secretário da saúde, em cada chefe de serviço há um presidente do CFM pois cada um de vocês – digo eu – não guarda um mínimo de decência nem respeito pela profissão ao aceitar intermediar a relação de trabalho de seus colegas com o governo mais podre de toda história brasileira.



Entre o acordo de D'Avila e a renúncia de Bley, está essa zona de penumbra..esse mundo de relativismo e de ânsia por parecer democrático...onde o reino da ralé, o paraíso dos medíocres acolhe de portas abertas a todos vocês..
Nenhuma receita estrangeira com superdosagem, nenhuma medida provisória ou demissão injusta de colega os comove... Suas viagens para Miami estão programadas...seus apartamentos, novos e comprados na planta, estão para ser mobiliados, seus casamentos já terminaram e novas “paixões” já surgiram...há um novo carro na concessionária para fazer o “test drive”, não há ? Tudo isso, toda essa indiferença nada mais é do que o egoísmo dos canalhas, a ambição dos astutos e a estratégia dos covardes..
Jamais, em momento algum, eu vou lhes dar paz! Não permitirei a hipocrisia de acusar os bandidos petistas como autores da ideia do “mais médicos” sem a colaboração de vocês. Conheço vocês desde os anos de faculdade ! A mim não irão enganar!
Cada vez que um de vocês ouvir falar do “acordo de D'Avila” ou da “renúncia de Bley” saibam que não são capazes da covardia do primeiro nem da coragem do segundo. Vocês são criaturas intermediárias que habitam esse mundo das sombras onde não há coragem para sair à luz nem para viver eternamente na escuridão. Vocês, seus infelizes, são os chefes...Deus me livre de chamá-los de colegas !


Escrito pelo Dr Milton Simon Pires
Original do Blog ATAQUE ABERTO